Arquivo | março, 2014

Uma sogra assim…preto no branco…

31 mar

Segunda-feira está virando o dia oficial de publicações da “gente de estilo” que eu encontro em meu caminho durante o final de semana.

E a “gente de estilo” de hoje é a sogra:

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Elegeu o preto branco para o final de semana e arrasou geral no look leve e confortável. Os acessórios, todos em preto, foram responsáveis por adicionar glamour à produção!

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Sem segredo…

29 mar

Para o final de semana, simples e confortável, jeans, blusa de cetim de alcinha e sapatilha…com um bom acessório (no caso o colar de golinha) complementando:

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Recebi hoje um comentário de uma amiga em relação à bolsa perfeita para cada ocasião: nesse caso, pelo conforto que o final de semana pede, e mesmo para que não tenha que passar o dia com um peso no ombro, a bolsa traspassada me parece mesmo a melhor opção.

Como o look é total black, a dica é escolher uma bolsa que adicione um pouco de cor à produção:

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Rápido e ligeiro…

28 mar

Manhã agitada é assim, começa às 6 da manhã com um treininho de corrida, seguido pela aula de tênis, e a essa hora já estamos com o pé na estrada para a reunião de business.

Sem muito tempo para pensar em produções ousadas, a peça curinga, body nude, entra em cena facilitando a vida e, junto a saia reta, compondo o look minimalista perfeito para a ocasião:

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Foto tirada no vestiário do clube (perceberam né?!), foi a única solução para registrar o “look do dia” nessa tal situação!

A dama de vermelho…

27 mar

Olha eu novamente usando o vermelho dos pés a cabeça!

Eu tento fugir dela (taurina, colérica, hiperativa, segundo os princípios do visagismo é uma cor que tende a me estimular ainda mais, e isso nem sempre é bom!), mas ela me atrai e hipnotiza, e, quando dou por mim, já estou assim:

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O tom vai super bem para a pele branca, e, preparem-se, não tem como não atrair a atenção( por onde passei ouvi os comentários)!

Para trazer elegância ao look, e quebrar um pouco daquela sensualidade intrínseca da cor, o colar de pérolas, modelo clássico, aquele “toque” de anos 20, mas nada careta!

A difícil tarefa masculina…

26 mar

Um dos assuntos que mais gosto de escrever, e estudar, é roupa masculina. Acredito que, por uma série de preconceitos, esse ainda é um mercado pouco explorado, ao mesmo tempo que tem uma demanda (reprimida) enorme…

Qual é o público que mais precisaria da ajuda de um especialista na hora de ir às compras? Aquele público que não tem a menor paciência de procurar, experimentar, só quer mesmo é resolver tudo muito rápido?

Os homens, é claro!

Essa tal ajuda também cairia muito bem em ocasiões em que eles gostariam de estar diferentes, mas desistem da idéia pelo super risco que isso ofereceria. Afinal, nas suas crenças machistas, só dos amigos saberem que ele está preocupado em se vestir bem, já vão pensar que ele é gay (affff….cada preconceito besta!!!).

A realidade é que o limiar entre uma produção hetero e homo é muito muito estreito nesse universo masculino, e, aqui no Brasil, poucos foram os estilistas que acharam essa fórmula milagrosa (poucos, aliás, não, mas pouquíssimos…e, para dar “nome aos bois” posso citar Oskar Metsavaht, da Osklen, como um desses poucos magos!).

Talvez por tudo isso que homens estilosos, aquele ser em extinção, me chamam mais atenção do que mulheres elegantes, pois, convenhamos, para eles a oferta é bem mais escassa.

No casamento que eu fui no último final de semana achei uma certa concentração desses “homens de estilo”, e o troféu da noite foi para um super amigo que, talvez por suas andanças pela Itália (onde morou por mais de 6 anos), conseguiu aprender muito da elegância e classe Italiana:

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Só a escolha do terno marinho, bem escuro, já ajudou a fugir daquele mar de MIB (Men in black). Para complementar, o colete, super bem cortado, mais rente ao corpo, com a gravata fina da mesma cor, fez toda a diferença e deu uma super “classe” ao look (ele chegou com o blazer completando o conjunto, infelizmente não fotografei esse momento, mas garanto que a sobreposição blazer e colete estava ainda mais elegante!).

Outro look que eu, particularmente, gostei muito, especialmente pelo sapato oxford bronze contrastando com a roupa toda preta:

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(Desculpa pela qualidade da foto, que quase não nos permite ver o sapato, mas lá estava bem escuro e eu não consegui fotografar, então roubei essa dos “paparazzos de plantão”).

Tá certo que esse é um look um pouco mais arriscado (em termos de interpretação), única e exclusivamente por conta do sapato, mas eu acho bem legal, ousado, diferente e que destaca-se, positivamente, no meio da multidão!
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Da feira ao baile…

25 mar

A saga começou no início da última semana, quando, às vésperas do casamento da amada amiga, dei-me conta que eu não tinha nenhum vestido adequado para a ocasião, e sai na correria atrás do “vestido dos meus sonhos”.

A má notícia, não encontrei, e descobri que, nesse segmento de festas, o bom gosto está em falta aqui no Brasil.

Difícil eu fazer crítica aqui no Entre Rendas e Poás, mas esse caso realmente me assustou!

Em alguns lugares, quando eu falei que estava atrás de um vestido de festa, me levaram a uma sala isolada, onde eu me sentia adentrando um galpão de escola de samba, tantos brilhos, paetês, penas e plumas que saltavam das araras.

Muito do que eu encontrei era cópia fiel ao estilo Patrícia Bonaldi, que eu, particularmente, acho bem legal, mas, além de custarem mais de 5mil reais, não são peças “reaproveitáveis”, já que marcam demais a cada uso. São, na verdade, peças bem perigosas, isso porque são adequadas a ocasiões muito específicas, e se usadas no momento errado, ou mesmo com um sapato, bolsa ou acessório inadequado, vão beirar o brega!

Em outras lojas, encontrei vestidos de tafetá bem mal acabados, rendas (nossa, cansei delas!), bordados despencando, pedraria descascada, tecido sintético e bem cara de “ordinário”, custando mais de 1 mil reais, sem falar nas vendedoras despreparadas, tentando vender aquilo como se fosse de uma seda rara e incrível, última moda em Paris.

Enfim, depois de 3 dias de busca, sem encontrar o que eu idealizei (e era bem por aí, começavam me mostrando os vestidos de “carnaval” e, quando eu comentava que desejava algo mais discreto, vinham com alguns modelos de malha, ou mesmo de poliéster, bem “fuleiro” mesmo), resolvi partir para algo que eu já tinha em meu guarda-roupas. Talvez não fosse o mais adequado, mas com certeza, bem melhor do que tudo o que vi.

O vestido, de jacquard, curto e estruturado, faz parte do meu acervo “looks para um jantar”, e, para transformá-lo em “look festa” o truque foi investir no sapato alto, com brilho, na clutch, nos brincos dourados e compridos e naquele make (arte da irmã maquiadora, porque quem tem uma maquiadora na família está a salvo em qualquer ocasião!):

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Eu já havia postado esse vestido antes aqui no blog, quando usei no almoço de natal, e acredito que os novos acessórios mudaram totalmente a “cara” da peça:

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É isso que eu chamo de um vestido eclético, que vai, literalmente, da “feira ao baile”!

E vocês, o que acharam? Qual versão mais gostaram, dia ou noite?
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Body fever!

21 mar

Adoro trazer esse mundo de contrastes para os meus looks de moda.

Aproveitando a febre dos body’s, com seu shape ultra-slim (quer motivo melhor para manter o corpo em forma do que se sentir bem na peça chave da estação?!), para contrapor com um short oversized.

O minimalismo do top, permitiu, ainda, uma maior ousadia nos acessório:

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Ter estilo é ter coragem, e personalidade!

20 mar

Ontem li uma entrevista de um dos mais reconhecidos e respeitados buscadores de tendências do mundo da moda, o francês Isham Sardouk, e um certo trecho dessa matéria chamou muito a minha atenção:

“Alguém que vai à loja de luxo e compra um look inteiro não está na moda. Isso não é estar na moda, é somente ter acesso a roupas. Uma pessoa estilosa é aquela que pega a moda da passarela e a transforma em algo mais fashion quando a usa na rua. Faz misturas, sobreposições, adequa com a sua personalidade.”

Realmente acredito que é simplesmente isso o que falta em muitos de nós: essa ousadia para misturar, sem medo de errar e sem medo do que os outros vão pensar (o que, na maioria das vezes, bloqueia muito a nossa criatividade).

Falta uma menor preocupação em seguir exatamente o que estava lá, sobre as passarelas, vestindo aquela modelo linda e magérrima, que vai parecer exuberantes mesmo com uma camisola velha, e uma maior criatividade (e personalidade) para adaptar aquilo que vimos ao nosso “mundo real”, compondo com peças que já “moram” em nosso closet, e que realmente não devem ser descartadas a cada coleção.

Por coincidência, ontem, antes mesmo de ler a matéria, eu já havia criado o meu look “mistureba”.

Porque não tirar uma camisa clássica, até meio careta, de seu contexto mais óbvio, e quebrar a formalidade da peça com uma saia rodada, bem casual, mais romântica, e uma sapatilha estilo bailarina?!

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Para melhorar a mistureba toda, complementei com maxi bijoux’s (colar e pulseira) mais artísticas, toque moderno, arquitetônico, com todas as suas formas: mais uma tentativa de romper a formalidade da camisa branca e preta.

E assim a gente brinca de criar, a cada dia e a cada manhã, e como eu adoro essa rotina criativa diária!!!

E aí quem vai tentar?

De saião…

19 mar

Ainda tenho looks das noites africanas aqui guardados, então “bora lá” postá-los.

Para as noites mais fresquinhas de Cape Town, o saião caiu como “uma luva”.

O modelo reto da saia, acompanhado da clutch (ou uma bolsa de alça de corrente, à tiracolo, bem estilo Chanel) e um bom acessório, formam uma produção perfeita para a noite, para ir conhecer os restaurantes mais “hypados” região:

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Para intensificar o clima “night”, escolhi o meu MAC vermelhão (o nome é RED).

Ainda sobre finais de semana…e rasteirinhas…

18 mar

Tal qual a minha personagem principal do post de ontem, meu final de semana também foi bem agitado, com maratona de eventos no sábado, e maratona de corrida no domingo.

Não tinha mesmo como deixar de poupar os pézinhos, optando por uma boa rasteirinha:

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Como a saia, como a sua estampa colorida, estruturada no quadril e transpasse frontal, era a “personagem principal do look”, optei por uma rasteirinha nude, mais discreta. Mas teve capricho também nos acessórios, com mix de pulseiras maxi e coloridas:

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