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Fernando de Noronha em 5 dias – o que fazer!

26 jun

Conforme pedido, e prometido, vamos ao próximo capítulo: O que fazer? Com quem falar? Onde mergulhar?….

Encantada com a vista da primeira praia visitada - Praia do Leão

Encantada com a vista da primeira praia visitada – Praia do Leão

“-Apenas 5 dias…hummm é pouco!!!”

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Fernando de Noronha em 5 dias – o que levar?!

25 jun
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Morro Dois Irmãos (cartão postal da ilha) visto do mirante da Praia do Sancho

Nesse e no próximo post vou contar um pouco dessa experiência incrível. Para não escrever uma “novela” (e olha que tenho assunto o suficiente pra isso!), dividi o post em 2 etapas:

1. A mala: modéstia à parte, “ganhei estrelinha” nesse item. Minha bagagem caberia em uma mala de mão, daquelas que não é nem necessário despachar, e usei 98% das peças que levei (só faltou o tênis de corrida, fica aí o primeiro aprendizado!).

2. Roteiro intenso para poucos dias: acredito que fizemos em 5 dias o que as pessoas costumam fazer em 7!

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Look avião…

23 jun

E lá vem look de dias atrás, quando eu partia pra Fernando de Noronha, pronta para enfrentar 6 horas entre aeroportos, aviões e escalas (que depresinha relembrar a ida depois que já voltamos né! Mas o que vale mesmo é o que vivemos em cada destino e as lembranças e aprendizados que ficam para o resto de nossas vidas…sempre penso assim!):

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Hoje eu vou de moletom…

14 maio

Na falta de um, eu trouxe dois looks com a peça, que deixou de ser “só pra relaxar” e, especialmente nas últimas estações, está mais cool e ganhando cada vez mais as lentes e os holofotes!.

(Sim, é claro que eu quero saber qual desses é o seu preferido!)

Batalha looks - Moletom

Batalha de looks – Moletom

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Museu da Moda de Canela – o achado da vez!!!!

6 maio

Nossa, eu estava tão ansiosa para esse post!!!

No último feriado em Gramado (mais especificamente em uma das “fugidinhas” até Canela), dei “de cara” com um dos poucos museus de moda existentes no BRA.

Foi mesmo surpreendente porque, na chegada à cidade, ao buscar informações sobre locais turísticos, me falaram do museu do automóvel, do de cera, do da Harley, mas ninguém, nem sequer, citou sobre o tal Museu da Moda (será que porque é um assunto muito específico?! Mas é cultura, não?!), o MUM.

Fiquei “bestificada” logo na entrada super imponente:

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A entrada custa R$ 35 reais (estudantes pagam meia) e durante todo o passeio há acompanhamento de uma guia do museu.

O saguão de entrada é encantador, ricamente decorado, com espelhos barrocos e lustres imperiais de cristal, tudo muito caprichado:

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No cantinho do saguão fica uma bar, aconchegante e lotado de cervejas artesanais, com certeza uma estratégia para acalmar os maridos que, por livre e espontânea falta de opção, acompanham suas lindas esposas no passeio.

As catacras da entrada, também trabalhadas em seus detalhes, têm como base pés originais de antigas máquinas de costura Singer (em uma rápida conversa com a curadora do Museu, eu soube que foi uma batalha encontrar esses pés, que apoiam não só as catracas da entrada, mas também as mesas do tal bar no saguão, ao todo devem ser quase 20 pés, não exatamente iguais, mas todos muito similares):

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Ao chegar na área de exposições, mais uma surpresa! Eu, que achava que encontraria apenas elementos da moda mais moderna (a partir do século XX), quase chorei de emoção quando me deparei com réplicas de quitons, togas e de roupas da antiga pérsia e do império Bizantino:

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Devorei, com os olhos, cada fenda, cada plissado (alguns feitos manualmente), cada bordado com fios de ouro, cada debrum, cada pedacinho da mais pura seda e linho que retratavam, muito fidedignamente, a época a que se referiam (sem falar nos cenário de cada vitrine, ambientados para representar a época, alguns com objetos de decoração originais, doados ao museu. Um deles é uma lareira do final do século XVIII):

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(E confesso que pensei muito naquele barzinho da entrada, que entreteve, muito bem, o meu marido durante as 2hs30 que eu me deleitava naquele mundo mágico! – santo bar!)

Quando entramos na década de 90 a presença de peças originais era mais forte. Emocionante! Havia, inclusive, uma área inteira dedicada à vestidos usados por Lady Di em eventos especiais e arrematados, em leilão, pela idealizadora do Museu.

O mais engraçado foi encontrar um acessório (casquete) da década de 20, exatamente igual ao que mandei confeccionar para o meu casamento, há 9 anos atrás (o meu vestido de noiva foi inspirado na década de 20):

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Para finalizar, no saguão anexo, havia um pouco da história da estilista idealizadora do museu, Milka Wolff, e algumas exposições, que, pelo que eu entendi, são temporárias.

Naquele momento estava acontecendo uma exposição de miniaturas de réplicas de vestidos de noiva de personalidades famosas, roupas de bonecas feitas por grifes internacionais, e, a que mais me encantou, vestuário feito com reaproveitamento de materiais:

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O preto é uma espécie de crochê feito com aquela fita preta dos antigos Vídeos VHS e fitas K7 (quem lembra disso?!) e no laranja foram tricotados saquinhos de supermercado. Se não me engano, levaram, respectivamente, 125 horas e 48 horas para serem confeccionados.

Vistos ao vivo são ainda mais incríveis!!!

Isso me lembrou muito um trabalho que expus no SENAC em 2009. Um vestido que criei e confeccionei com dezenas (talvez centenas) de CDS descartados (formais mais ou menos 50 horas para a confecção):

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Talvez por isso foi a parte que mais me chamou a atenção nesse saguão anexo! Mas, no geral, era tudo muito rico em detalhes e com muita história.

Realmente um passeio que eu fortemente recomendo às amantes de moda e de história!!!

Crazy for shoooooooes (muitos muitos deles!!!)

5 maio

Quem me acompanha no Insta (@elivillas), já deve ter lido sobre a bota achado de Gramado. Mas, para quem não me acompanha (bora lá seguir), vou repetir a “ladainha”:

Estou, há meses, doidinha por uma bota country.

Tive uma tempos atrás, que usei tanto, mas tanto, que no inverno passado a tadinha não aguentou, e “bateu as botas”, literalmente (rasgou o couro perto do solado, dá pra acreditar?!).

E, desde lá, estou à caça da substituta, porém esse modelito não é mais a “bota da vez”, e é aí que mora a dificuldade de encontrar uma legal, diferente, tal qual a que imaginei: bem rústica, com toque de cores.

Nesse feriado por Gramado (preparem-se, essa viagem vai render posts, inclusive sobre Museu da Moda que visitei, incrível, aguardem…), indo em direção a Canela, cidadezinha vizinha – 7km de Gramado, avistei um casebre minúsculo, de madeira, com a plaquinha na frente “botas sulistas”.

Pedi ao marido que parasse e ele caiu na gargalhada, mas estacionou por lá, achando que sua linda carteirinha não corria risco nenhum de ser “depenada” (e “ficadica”, lá eles têm grande preferência por pagamento em dinheiro vivo, e dão descontos significativos para isso, então, se a idéia é fazer compras pela serra gaúcha, levem notinhas, vale a pena!).

Pois não é que lá dentro, no meio de várias montarias, bombachas, e celas de cavalo, tudo feito artesanamente e manualmente pela tiazinha que me atendeu, encontrei a bota “minha cara”?!

Filha única, justamente a minha numeração, feita em couro duplo trabalhado no cano (o revestimento, em couro metalizado, é todo “picotado”, por isso tem o forro, também em couro, muito capricho, não?!), e com couro de píton nas pontas, e a um precinho muito muito muito camarada:

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O melhor foi eu tentando convencer a tiazinha a fazer algumas botas para eu trazer e vender aqui, e ela, desesperada, me dizendo que isso não dava certo e que já haviam tentado antes, mas ela não tinha capacidade produtiva para a demanda (pasmem!).

Nem preciso dizer que a bota virou minha super companheira de viagem, vocês vão percebem pelos vários looks que vou postar aqui.

1º look direto de Gramado…

3 maio

Hoje a programação do dia era esquiar (pois é, descobri que temos uma estação de esqui aqui no BRA, com neve de verdade, fica em Gramado e chama-se Snowland, é um ambiente simulado, mas dá para brincar bastante…especialmente para aqueles que, assim como eu, estão começando nessa “brincadeira”).

Para essa programação, nada melhor do que uma legging de neoprene (esquenta bem, sem tirar a mobilidade), e as camadas de blusas, porque metade delas ficam de fora quando você coloca aquela roupa de neve.

Tentando fugir do total black (no inverno preciso me policiar para não sair assim todos os dias), apostei no vermelho do lenço e da T-shirt:

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E a dupla tênis + polainas é minha grande aliada nessas viagens geladas, me deixam quentinha, sem tirar o meu conforto, mesmo após longas caminhadas (ocasião em que a bota não funciona!)

Relaxing time

22 abr

Taí o motivo da pausa do “Entre Rendas e Poás” nesses últimos dias: viajando com filhotes e marido, fiquei só de “pernas pro ar”, naquela preguiça até de postar.

Mas não deixei de fotografar, looks bem relax, mas não “largados”. Isso é bem importante frisar, porque tem muita mulher por aí que acha que relaxar é sinônimo de usar aquelas roupas mais oversized, gastas e nada sexy, aí não dá né mulherada!!!! Pensem nos maridos/namorados e, principalmente em vocês mesmas, que vão ter o ego abalado por esse “visú largado”!

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Destaque para bolsa de plástico (tipo plástico da Melissinha) super versátil, que transita entre piscina/praia e jantares noturnos na maior facilidade!!!

Diquinhas simples pra quem quer economizar nas malas!

De saião…

19 mar

Ainda tenho looks das noites africanas aqui guardados, então “bora lá” postá-los.

Para as noites mais fresquinhas de Cape Town, o saião caiu como “uma luva”.

O modelo reto da saia, acompanhado da clutch (ou uma bolsa de alça de corrente, à tiracolo, bem estilo Chanel) e um bom acessório, formam uma produção perfeita para a noite, para ir conhecer os restaurantes mais “hypados” região:

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Para intensificar o clima “night”, escolhi o meu MAC vermelhão (o nome é RED).

Rasteirinha: ideal para o final de semana…

17 mar

Abrindo a semana com a “gente de estilo” aqui no Entre Rendas e Poás.

Final de semana agitado, ela estava prestes a encarar uma verdadeira maratona, com 2 festas infantis (aquelas tais que é preciso estar preparada pra correr atrás dos filhos na piscina de bolinhas, no pula pula e afins) e um chá de bebê, não tinha como não optar por uma bela, elegante e confortável rasteirinha nos pés!

Complementando o look com um super vestido, cor do verão, trabalhado na renda, e aquela super clutch azul klein (e como vai bem o mix do azul com o amarelo ein?!).
Tá aí o resultado:

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As pulseirinhas são herança da viagem pra África. Diz aí, é ou não é para se apaixonar por esses “badulaques” africanos?